Falando sobre Psicologia e Desenvolvimento Pessoal, onde Corpo e Mente são considerados parte de um Todo, de forma a que o Ser Humano se possa integrar e harmonizar.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
10 Hábitos Saudáveis para reforçar a relação com o seu filho
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Consulta de Psicoterapia

Várias são as questões que se colocam quando do inicio de uma Psicoterapia, aqui ficam algumas...
Quando devo recorrer a uma consulta de aconselhamento?
Quando sente que as suas rotinas são afectadas por uma situação que lhe gera ansiedade e incapacidade de decisão.
Durante as crises que acompanham o ciclo de vida (adolescência, entrada na idade adulta, mudança ou perda de cargo profissional, doença de familiares, saída dos filhos de casa, menopausa, pré-reforma, etc), o recurso à ajuda profissional é uma opção.
Numa sessão - ou sessões pontuais - identificam-se as fontes de tensão e redefinem-se os recursos e estratégias pessoais disponíveis para lidar com a situação.
Quando recorrer a uma psicoterapia?
Quando as circunstâncias pessoais impedem que se viva o momento presente de forma disponível e mentalmente sã. Neste caso, é importante identificar crenças limitadoras, situações que não foram completamente resolvidas no passado e mecanismos de defesa que se revelam inadequados na situação actual.
Durante um periodo de sessões regulares e por via da relação terapêutica, é possível desenvolver competências interpessoais e formas de pensar e sentir mais ajustados aos objectivos de vida.
Quanto tempo dura uma psicoterapia?
Pode variar entre semanas e meses. Quando se atingem os resultados pretendidos - definidos na primeira sessão - a periodicidade semanal dá lugar a consultas de seguimento (follow-up) quinzenais ou mensais.
Quais as aplicações mais comuns da psicoterapia?
- Desenvolvimento Pessoal
- Relaxamento e Gestão do stress
- Perturbações emocionais
- Dor sem base orgânica e doenças crónicas
- Problemas de relacionamento
- Aconselhamento psicossexual
- Fobias e ataques de pânico
- Quadros depressivos e ansiosos
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Os nossos Filhos merecem Ser Felizes!
Bulling - Como se poderá definir este tipo de agressão?
- Fisica. Empurrar, bater, dar pontapés e todo um outro conjunto de maus tratos.
- Verbal, chamar nomes, espalhar boatos, caluniar, palavrões.
- Emocional, atormentar, ridicularizar, humilhar (1)
- Racial, exclusão racial, graffiti, gestos
- Sexual, Contacto fisico não desejado ou comentários abusivos.
(1) A Agressão emocional, pelo ridicularizar ou humilhar, é muito mais frequente que a violência fisica, e é também a mais dificil de escapar ou provar aos adultos. A violência prepétuada na criança poderá resultar a médio prazo em:
- Depressão
- Baixa auto-estima
- Tristeza
- Baixo rendimento escolar
- Isolamento
- Ameaça ou tentativa de suicídio
Possíveis sínais de ocorrência deste tipo de Agressão (Fisica/Emocional):
A criança pode indicar através do seu comportamento que ela está a ser vitima de agressão. Se o seu filho apresentar alguns destes sinais, a agressão poderá ser a responsável e poderá então querer saber se alguém tentou ou tem conseguido magoar o seu filho.
A criança poderá;
- Ter medo de caminhar no percurso da escola
- Mudar o seu percurso habitual, sem razão aparente
- Não querer ir no autocarro / carrinha da escola
- Pedir-lhe, sistematicamente, que a leve à escola.
- Mostrar medo / pânico da escola
- Sentir-se doente de manhã ao levantar, recorrentemente.
- Diminuir o rendimento escolar.
- Trazer com regularidade as roupas ou os livros danificados.
- Regressar à casa esfomeado (o agressor levar-lhe o dinheiro do almoço).
- Deixar de comer, manifestar ansiedade ou tensão nervosa.
- Tentar ou ameaçar o suicídio.
- Chorar no sono e/ou ter pesadelos.
- Pedir ou tirar dinheiro de casa (para pagar ao agressor).
- Frequentemente "perder" o dinheiro que leva para a escola.
- Recusar-se a falar do que está errado.
- Apresentar nódoas negras, arranhões ou esfoladelas não esperados.
- Começar a exercer violência contra outras crianças mais pequenas.
- Tornar-se agressivo sem motivo aparente .
- Dar desculpas evasivas para qualquer dos acontecimentos relatados anteriormente.
Como poderei ajudar o(a) meu(a) filho(a) ?
Se está preocupado ou suspeita que o seu filho é vitima de agressores, pergunte-lhe directamente se isso está a acontecer. As crianças nestas situações muitas das vezes lutam contra a situação que lhe é penosa e a primeira reacção poderá ser a de negar o facto, dizendo que nada se passa de errado. Encoraje a criança dizendo que a quer ajudar e apoiar qualquer que seja o problema mas só o poderá fazer se tiver conhecimento do que se está a passar. Tome a sério o que a criança lhe diz e procure saber exactamente todos os factos e ocorrências. Não prometa manter a agressão em segredo mas assegure que a irá ajudar a sair deste problema. Se considera que o(a) seu(ua) filho(a) é uma eterna vitima de agressores, qualquer que seja o ambiente que a envolve, procure descubrir como é que ela reage aos outros. Talvez não saiba falar ou brincar com as outras crianças ? Ajude-a a desenvolver competências sociais brincando com ela (fazendo o papel da outra criança) e ajude a sua criança a encontrar respostas aceitáveis socialmente. Se descobrir que a criança é agredida pelos outros porque tem um hábito não aceitável socialmente (por exemplo de apertar o nariz aos outros) ajude-o a mudar esse comportamento.
Os nossos Filhos merecem ser Felizes!

- Têm linhas de orientação e procedimentos para lidar com este tipo de incidentes.
- Encorajam a criança que é vitima ou assistiu a actos de violência contra outras crianças e contar aos adultos o que se passou.
- Têm caixas de recados onde se deixam informações sobre agressores e vitimas de agressão.
- Têm reuniões de estudantes ou até mesmo cursos onde problemas como estes são discutidos e aprendidas técnicas para se lidar com a situação.
- Têm designados, especialmente para o efeito, estudantes ou professores que são orientados para ajudar.
- Conta a um amigo o que te está a acontecer. Pede-lhe ajuda. Torna-se mais difícil para o agressor apanhar-te se estiveres com um amigo que te poderá ajudar.
- Tenta ignorar o que o agressor diz ou responde firmemente "Não!", depois volta-lhe as costas e afasta-te o mais possível.
- Não te preocupes que os outros pensem que estás a fugir. Lembra-te que se torna muito díficil para alguém agredir verbalmente outro que não parou para o ouvir.
- Tenta não demonstrar que estás aborrecido ou zangado. Os agressores adoram obter uma reacção emocional - é "divertido". Se conseguires manter a calma e esconderes as tuas emoções, eles poderão aborrecer-se e deixar-te em paz. Houve alguém que disse: "Eles não podem agredir-me se eu não ligar".
- Não respondas violentamente às provocações, se o puderes evitar. Muitos agressores são mais forte que tu. Se responderes de volta poderás piorar a situação, ficar magoado ou ser acusado de ter começado o problema.
- Não vale a pena ficar magoado para ficar com o dinheiro ou os haveres. Se te sentires ameaçado, dá ao agressor aquilo que ele quer. Os bens poderão ser substituídos, tu não.
- Tenta responder às ameaças com respostas prontas e com graça. As respostas não precisam de ser brilhantes ou inteligentes mas ajuda ter uma resposta pronta. Pratica em casa frente ao espelho. Usar respostas previamente preparadas funciona bem se o agressor não é demasiado assustador e queremos afastá-lo rapidamente. Este poderá decidir que és demasiado esperto para implicar contigo.
- Tenta evitar andar em locais isolados onde sabes que os agressores te poderão apanhar. Isso poderá implicar que terás que mudar o percurso para casa, evitar partes do recreio, ou utilizar locais onde existem outras pessoas, ou crianças. Não é justo que tenhas que actuar desta forma, mas poderá ser uma forma de afastar os agressores.
- Ás vezes pedir ao agressor para repetir o que acabou de dizer poderá afastá-lo para longe. Frequentemente o agressor não é suficientemente corajoso para repetir a ameaça no mesmo tom. Se ele repetir, terás conseguido que ele fizesse alg que não estava nos seu planos fazer, deixando-te algum controlo sobre a situação.
- Mantem um diário escrito de tudo o que se passa. Escreve todos os detalhes dos acidentes e os teus sentimentos. Se decidires contar a alguém, um registo escrito das agressões torna mais fácil provar o que se tem passado.
A Quem Podes Contar ?
Normalmente é díficil afastar o agressor com as tuas próprias intervenções ou com a ajuda de amigos. Assim sendo, deverás pensar seriamente em contar a um adulto, é provavelmente a única maneira de fazer parar o agressor. Se precisares de ajuda não fiques embaraçado em falar. Todos precisamos de ajuda algum dia e pedir ajuda para fazer parar uma agressão não significa que és fraco ou falhado. Falar sobre uma agressão não é "contar histórias" ou "piadas". Tens todo o direito de te sentires seguro de ataques ou violência e não deves ficar calado quando te magoam ou assutam. Muitas vezes, as pessoas não falam das agressões porque têm medo que o agressor descubra e a situação possa vir a piorar. É um medo natural mas as escolas podem fazer parar o agressor sem que este saiba quem contou o sucedido, especialmente se existirem várias vitimas, como é frequente. Mesmo que o agressor descubra, é melhor que os acontecimentos sejam revelados para que se possa encontrar uma solução.
O meu Filho não larga a Chucha!
A sucção é um acto instintivo na criança. Mesmo dentro da barriga da mãe, o bebé já "chucha" no dedo. Chuchar é um comportamento que oferece conforto e segurança à criança e assim deve ser encarado como fazendo parte do seu desenvolvimento emocional normal. A maioria das crianças abandona, espontaneamente, a chupeta por volta do primeiro ou segundo ano de vida. Aos 2-3 anos, a maioria dos pais acha que o filho, que corre e fala com certa fluência, é já "demasiado crescido" para continuar a usar a chupeta. No entanto, por vezes a criança revela-se ainda muito imatura do ponto de vista emocional, podendo continuar a chuchar durante mais tempo, sem que isso constitua um problema.Por outro lado, é importante termos presente que, a chupeta não pode substituir o carinho dos pais e, como tal, não deve ser dada sempre que a criança chora. Opte antes por segurá-la ao colo e dar-lhe atenção. A criança aprende assim outras formas de auto-controlo, sem ter que recorrer a um objecto externo. Outra grande preocupação dos pais é a dentição. Chuchar intermitente até à erupção da dentição definitiva, segundo os especialistas, não prejudicará os dentes do seu filho. A maioria dos autores entende que se deve desencorajar o uso da chupeta a partir dos 2 anos de idade, uma vez que faz parte do seu processo de maturação psicológica. No entanto, sabemos que o uso da chupeta será um hábito muito difícil de abandonar, pelo que é necessário apoiar a criança no momento de o fazer. Poderá assim servir-se de alguns truques para a ajudar:
- Não force, nem use métodos drásticos (como a colocação de substâncias amargas na chupeta);
- Evite censurar ou fazer comentários negativos, a auto-estima constrói-se com reforço positivo;
- Comece a restringir o seu uso: proponha-lhe colocar a chucha num determinado lugar e só a usar quando for muito necessário (quando estiver mais triste, doente ou assustada); Limitando a sua utilização, reduz também a sua dependência.
- Tente dirigir a atenção do seu filho para outras actividades, sublinhando que estas já são "coisas de gente crescida"; Recorra ao reforço positivo.
- Negoceie: troque a chucha por outro brinquedo que a criança deseje. Contudo, não faça desta atitude um hábito, porque a criança aperceber-se-á do poder da chucha e irá usá-lo para conseguir satisfazer as suas vontades;
- Marque uma data com a criança, por exemplo, o seu aniversário, para abandonar a chucha, mostrando que já é "mais crescida";
- Mostre-lhe que as pessoas que admira (o irmão mais velho, por exemplo) não usam chupeta;
- Felicite a criança pelos progressos adquiridos e recompense-a com uma dose de mimos e brincadeiras;
- Tente compreender em que situações a criança necessita mais da chucha para, nesses momentos, lhe dar mais atenção e carinho. Segure-a no colo e distraia-a;
- Se a sua criança utiliza a chucha para adormecer, perca algum tempo com ela nesta altura, lendo-lhe um livro, conversando ou contando-lhe uma história.
Para mais informações não hesite em contactar, ana.paulico@netvisao.pt
Psicoterapia e Desenvolvimento Pessoal
Áreas de Intervenção:
Psicoterapia individual da Criança, Adolescente e Adulto e Idoso, nas diversas problemáticas associadas.
Psicoterapia de Desenvolvimento Pessoal, na descoberta do Ser.
Avaliação Psicológica
Contactos Profissionais:
Telem: 919 017 280
email: anapaulico@gmail.com