Falando sobre Psicologia e Desenvolvimento Pessoal, onde Corpo e Mente são considerados parte de um Todo, de forma a que o Ser Humano se possa integrar e harmonizar.
domingo, 25 de outubro de 2020
Exemplos positivos de Educação
sábado, 24 de outubro de 2020
Como lidar com o Stress e a Ansiedade em tempos de crise?
Impacto do surto de COVID-19 em indivíduos e comunidades.
Esta crise associada ao COVID-19 produziu muita incerteza. Diariamente, somos confrontados com perguntas sobre a melhor maneira de nos mantermos e aos nossos familiares em segurança, bem como integrar estas novas as mudanças nas nossas rotinas. Primeiro, saiba que é normal vivenciar sentimentos relacionados ao medo, preocupação e incerteza sobre o seu próprio estado de saúde, bem como o de seus familiares próximos. O stress é uma ferramenta do nosso corpo para nos avisar que estamos passando por situações em que nos vemos ameaçados e é completamente normal senti-lo nestes momentos de crise.
Conheça os sinais de stress
Quando você está sob stress, isso afeta seu pensamento, emoções, corpo e comportamento. Por isso, é muito importante estar consciente do seu nível de stress, para poder priorizar atividades que irão ajudá-lo a reduzir esse stress. Aqui estão alguns sinais de que pode estar em stress:
Pensamento: ser facilmente distraído, problemas com concentração, problemas de memória.
Emoções: Dificuldade para relaxar, irritação, tristeza, ansiedade.
Corpo: Aumento ou diminuição da energia, tensão corporal, inquietação, sudorese, facilmente assustado, dores de cabeça, alterações no apetite, dificuldade em dormir.
Comportamento: querer ficar sozinho, problemas para concluir tarefas, culpar outras pessoas.
Lidar com o stress associado ao COVID-19
Enquanto todos reagem de maneira diferente a situações de stress, existem etapas práticas que podem ajudá-lo a melhorar o seu bem-estar e a reduzir as reações de stress relacionadas ao COVID-19. Não é necessário ter todos os elementos, mas implementar algumas das essas estratégias podem apoiar seu bem-estar geral.
Fique conectado com os outros
Apesar desta epidemia restringir o acesso a estruturas de apoio social, como escolas, locais de trabalho ou templos religiosos, seja criativo sobre como manter conexões com outras pessoas durante este tempo. Conversar com quem confia é uma maneira útil de reduzir sentimentos de isolamento, ansiedade, medo, tédio ou
vulnerabilidade durante o distanciamento social, quarentena ou outras medidas de segurança.
• Procure apoio da família, amigos, mentores e / ou líderes espirituais / religiosos.
• Seja flexível e criativo ao procurar suporte por telefone, email, mensagens de texto e vídeo chamadas.
• Converse sobre as suas experiências e sentimentos com seus entes queridos e amigos, se achar útil.
• Escreva sobre as suas experiências e compartilhe-as com outras pessoas através das redes sociais e outros meios de comunicação

Maneiras de gerir o stress
Muitas pessoas podem estar a experimentar emoções fortes (medo, ansiedade, frustração) relacionadas a ameaças à saúde e consequências sociais e econômicas do COVID-19. Existem medidas que pode tomar para diminuir esse stress, tanto a curto quanto a longo prazo.• Perceba que é compreensível sentir-se ansioso e preocupado com o que pode acontecer, especialmente quando muitos aspetos da vida são incertos ou mudaram.
• Reserve um tempo para relaxar e lembrar-se de que sentimentos fortes são toleráveis e desaparecem. Aceitar, em vez de suprimir as suas emoções.
• Se achar que está a aumentar o seu stress assistindo as notícias, reduza essa exposição, principalmente antes dormir.
• Faça algo divertido depois de uma tarefa difícil, ou entre as atividades stressantes do dia a dia.
• Relaxe seu corpo e mente: preste mais atenção à sua respiração, e respire de forma lenta e constante, assim como quaisquer outras ações que possam permitir acalmar (meditação, ioga, exercícios, caminhadas, música, leitura por prazer). Manter um senso de esperança; pense em manter um diário onde anota as coisas pelas quais é grato ou que estão indo bem.
• Participe e desfrute de atividades agradáveis (pesquise atividades agradáveis dentro do seu orçamento e que podem ser feitas em casa).
Maneiras prejudiciais de gerenciar o stress.
Algumas estratégias para gerir o stress podem parecer úteis a curto prazo, mas podem ter consequências negativas agregadas a longo prazo. Equilibre o alívio a curto prazo do medo / ansiedade / stress com o controlo do impacto dessas estratégias na sua saúde mental geral.
• Uso de tabaco, álcool e / ou drogas para aliviar o stress e as emoções.
• Preocupação constante (ou seja, pensando repetidamente) sobre os riscos ou consequências negativas do COVID-19 (diferente de preparação e planeamento)
• Comportamento impulsivo ou de alto risco que reduz o stress apenas no curto prazo (por exemplo, gastos excessivos, jogos de azar etc.).
Mantenha o autocuidado básico e melhore seu sentimento de controlo e resiliência
O distanciamento social e outras práticas destinadas a conter o COVID-19 podem atrapalhar as suas rotinas, finanças e a sensação de controlo sobre a sua vida quotidiana. No entanto, existem etapas que poderá realizar para restaurar o seu equilíbrio.
• Coma alimentos saudáveis (evite alimentos com alto teor de açúcar, álcool e muita cafeína).
• Pratique atividade física.
• Aceite que determinadas circunstâncias estão fora do seu controlo e concentre-se no que pode alterar.
• Modifique sua definição de produtividade para atender à realidade atual da situação.
• Solucione problemas e defina metas alcançáveis dentro das novas circunstâncias da sua vida.
• Mantenha as rotinas diárias e a sua programação o máximo possível, apesar das interrupções. Por exemplo, continue acordando regularmente, mesmo se estiver trabalhando em casa.
• Aumentar comportamentos positivos de resolução que funcionaram no passado.
• Mude as declarações negativas para declarações que lhe permitam funcionar com menos angústia. Tente mudar "Este é um momento terrível" para "este é um momento difícil, mas posso passar por isso".
Dicas para uma boa saúde do sono
Durante períodos de stress, é importante garantir uma boa qualidade do sono para ajudar a regular as nossas emoções e as respostas ao stress.
Dicas para uma boa saúde do sono:
• Vá dormir na mesma hora todas as noites e levante-se na mesma hora todas as manhãs.
• Tente dormir apenas quando estiver cansado. Se acha que está a ter problemas para adormecer, levante-se e faça algo relaxante, como ler um livro, até sentir que está a ficar com sono. Uma sugestão é ouvir transmissões de podcast ou audiolivros. Evite assistir à televisão.
• Evite usar cafeína, nicotina e álcool pelo menos 4-6 horas antes de dormir.
• Evite tirar sonecas durante o dia. Se precisar tirar uma soneca, tire uma antes das 15h e com menos de uma hora de duração.
• Desligue as luzes, a TV e guarde o telefone ao ir dormir. A luminosidade ativa ainda mais seu corpo e torna mais difícil adormecer.
• O exercício regular pode ajudar no seu sono e é útil para reduzir o stress.
Recursos adicionais
O impacto emocional de uma crise pode depender de muitos fatores, como condições de saúde mental preexistentes, disponibilidade de recursos, experiências passadas e circunstâncias sociais e económicas. Se achar que p seu stress e suas reações interferem significativamente na sua vida diária por vários dias seguidos, entre em contato com algum profissional de saúde mental (psicólogo ou psicoterapeuta).
Traduzido e adaptado de: Korte, K.J., Denckla, C.A., Ametaj, A.A, & Koenen, K.C. at the Harvard TH Chan School of Public Health.
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Nesta "nova" crise, uma desculpa perfeita para (Re)começar!
Se antes, tínhamos pouco tempo, pois sempre havia coisas mais importantes para fazer, hoje em dia há tempo para fazer aquelas pequenas coisas que foram sendo adiadas.
Faça música novamente com cada palavra para que a ode à alegria seja mais contagiosa do que o vírus. Reconquistar as pausas para amortizar a pressa e assim poder contemplar a paisagem que temos de cuidar. Dirigindo o nosso olhar para tudo o que representa a cor para nos derreter em tons intensos que nos permitam desfrutar de cada momento como o melhor. Empreender com tenacidade a construção de um mundo em que as virtudes prevaleçam e as capacidades postas ao serviço se expandam mais do que a competição e a rivalidade. Colocar um raio de luz que brota espontaneamente da nossa pureza e inocência interiores, de modo que muitos faróis possam ser vistos ao longe. Utiliza a tua luz para iluminar caminhos!Propósito de Vida ou Aventura de Vida?!
Qual o Propósito da minha Vida?
Falando de Valores e Virtudes
Resiliência, uma capacidade aliada em momentos difíceis
O que nos torna mais Resilientes?
Para aprofundar sobre este assunto poderá consultar https://positivepsychology.com/meaning-of-life-positive-psychology/
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
10 Hábitos Saudáveis para reforçar a relação com o seu filho
O Segredo do Sucesso na Aprendizagem Escolar

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Vale a pena assistir.
http://www.youtube.com/watch?v=_PQylWjSq6Y&feature=youtu.be
domingo, 12 de janeiro de 2014
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
O Bulling
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Uma Mensagem de Esperança
Sejamos então mensageiros dessa Paz, mudando a qualidade do Nosso CORAÇÃO...
terça-feira, 31 de maio de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Os 12 Pilares da Inteligência
A Escola como motor de desenvolvimento da Criatividade

http://www.rtve.es/alacarta/videos/redes/redes-el-sistema-educativo-es-anacronico/1044110/
A realidade interna das nossas Crianças mudou... assim a realidade educacional precisa de mudar, ajustar-se... e encontrarmos um caminho comum entre a família, a escola e a sociedade... O filme ilustra, deixa espaço para reflectir.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Consulta de Psicoterapia

Várias são as questões que se colocam quando do inicio de uma Psicoterapia, aqui ficam algumas...
Quando devo recorrer a uma consulta de aconselhamento?
Quando sente que as suas rotinas são afectadas por uma situação que lhe gera ansiedade e incapacidade de decisão.
Durante as crises que acompanham o ciclo de vida (adolescência, entrada na idade adulta, mudança ou perda de cargo profissional, doença de familiares, saída dos filhos de casa, menopausa, pré-reforma, etc), o recurso à ajuda profissional é uma opção.
Numa sessão - ou sessões pontuais - identificam-se as fontes de tensão e redefinem-se os recursos e estratégias pessoais disponíveis para lidar com a situação.
Quando recorrer a uma psicoterapia?
Quando as circunstâncias pessoais impedem que se viva o momento presente de forma disponível e mentalmente sã. Neste caso, é importante identificar crenças limitadoras, situações que não foram completamente resolvidas no passado e mecanismos de defesa que se revelam inadequados na situação actual.
Durante um periodo de sessões regulares e por via da relação terapêutica, é possível desenvolver competências interpessoais e formas de pensar e sentir mais ajustados aos objectivos de vida.
Quanto tempo dura uma psicoterapia?
Pode variar entre semanas e meses. Quando se atingem os resultados pretendidos - definidos na primeira sessão - a periodicidade semanal dá lugar a consultas de seguimento (follow-up) quinzenais ou mensais.
Quais as aplicações mais comuns da psicoterapia?
- Desenvolvimento Pessoal
- Relaxamento e Gestão do stress
- Perturbações emocionais
- Dor sem base orgânica e doenças crónicas
- Problemas de relacionamento
- Aconselhamento psicossexual
- Fobias e ataques de pânico
- Quadros depressivos e ansiosos
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Os nossos Filhos merecem Ser Felizes!
Bulling - Como se poderá definir este tipo de agressão?
- Fisica. Empurrar, bater, dar pontapés e todo um outro conjunto de maus tratos.
- Verbal, chamar nomes, espalhar boatos, caluniar, palavrões.
- Emocional, atormentar, ridicularizar, humilhar (1)
- Racial, exclusão racial, graffiti, gestos
- Sexual, Contacto fisico não desejado ou comentários abusivos.
(1) A Agressão emocional, pelo ridicularizar ou humilhar, é muito mais frequente que a violência fisica, e é também a mais dificil de escapar ou provar aos adultos. A violência prepétuada na criança poderá resultar a médio prazo em:
- Depressão
- Baixa auto-estima
- Tristeza
- Baixo rendimento escolar
- Isolamento
- Ameaça ou tentativa de suicídio
Possíveis sínais de ocorrência deste tipo de Agressão (Fisica/Emocional):
A criança pode indicar através do seu comportamento que ela está a ser vitima de agressão. Se o seu filho apresentar alguns destes sinais, a agressão poderá ser a responsável e poderá então querer saber se alguém tentou ou tem conseguido magoar o seu filho.
A criança poderá;
- Ter medo de caminhar no percurso da escola
- Mudar o seu percurso habitual, sem razão aparente
- Não querer ir no autocarro / carrinha da escola
- Pedir-lhe, sistematicamente, que a leve à escola.
- Mostrar medo / pânico da escola
- Sentir-se doente de manhã ao levantar, recorrentemente.
- Diminuir o rendimento escolar.
- Trazer com regularidade as roupas ou os livros danificados.
- Regressar à casa esfomeado (o agressor levar-lhe o dinheiro do almoço).
- Deixar de comer, manifestar ansiedade ou tensão nervosa.
- Tentar ou ameaçar o suicídio.
- Chorar no sono e/ou ter pesadelos.
- Pedir ou tirar dinheiro de casa (para pagar ao agressor).
- Frequentemente "perder" o dinheiro que leva para a escola.
- Recusar-se a falar do que está errado.
- Apresentar nódoas negras, arranhões ou esfoladelas não esperados.
- Começar a exercer violência contra outras crianças mais pequenas.
- Tornar-se agressivo sem motivo aparente .
- Dar desculpas evasivas para qualquer dos acontecimentos relatados anteriormente.
Como poderei ajudar o(a) meu(a) filho(a) ?
Se está preocupado ou suspeita que o seu filho é vitima de agressores, pergunte-lhe directamente se isso está a acontecer. As crianças nestas situações muitas das vezes lutam contra a situação que lhe é penosa e a primeira reacção poderá ser a de negar o facto, dizendo que nada se passa de errado. Encoraje a criança dizendo que a quer ajudar e apoiar qualquer que seja o problema mas só o poderá fazer se tiver conhecimento do que se está a passar. Tome a sério o que a criança lhe diz e procure saber exactamente todos os factos e ocorrências. Não prometa manter a agressão em segredo mas assegure que a irá ajudar a sair deste problema. Se considera que o(a) seu(ua) filho(a) é uma eterna vitima de agressores, qualquer que seja o ambiente que a envolve, procure descubrir como é que ela reage aos outros. Talvez não saiba falar ou brincar com as outras crianças ? Ajude-a a desenvolver competências sociais brincando com ela (fazendo o papel da outra criança) e ajude a sua criança a encontrar respostas aceitáveis socialmente. Se descobrir que a criança é agredida pelos outros porque tem um hábito não aceitável socialmente (por exemplo de apertar o nariz aos outros) ajude-o a mudar esse comportamento.
Os nossos Filhos merecem ser Felizes!

- Têm linhas de orientação e procedimentos para lidar com este tipo de incidentes.
- Encorajam a criança que é vitima ou assistiu a actos de violência contra outras crianças e contar aos adultos o que se passou.
- Têm caixas de recados onde se deixam informações sobre agressores e vitimas de agressão.
- Têm reuniões de estudantes ou até mesmo cursos onde problemas como estes são discutidos e aprendidas técnicas para se lidar com a situação.
- Têm designados, especialmente para o efeito, estudantes ou professores que são orientados para ajudar.
- Conta a um amigo o que te está a acontecer. Pede-lhe ajuda. Torna-se mais difícil para o agressor apanhar-te se estiveres com um amigo que te poderá ajudar.
- Tenta ignorar o que o agressor diz ou responde firmemente "Não!", depois volta-lhe as costas e afasta-te o mais possível.
- Não te preocupes que os outros pensem que estás a fugir. Lembra-te que se torna muito díficil para alguém agredir verbalmente outro que não parou para o ouvir.
- Tenta não demonstrar que estás aborrecido ou zangado. Os agressores adoram obter uma reacção emocional - é "divertido". Se conseguires manter a calma e esconderes as tuas emoções, eles poderão aborrecer-se e deixar-te em paz. Houve alguém que disse: "Eles não podem agredir-me se eu não ligar".
- Não respondas violentamente às provocações, se o puderes evitar. Muitos agressores são mais forte que tu. Se responderes de volta poderás piorar a situação, ficar magoado ou ser acusado de ter começado o problema.
- Não vale a pena ficar magoado para ficar com o dinheiro ou os haveres. Se te sentires ameaçado, dá ao agressor aquilo que ele quer. Os bens poderão ser substituídos, tu não.
- Tenta responder às ameaças com respostas prontas e com graça. As respostas não precisam de ser brilhantes ou inteligentes mas ajuda ter uma resposta pronta. Pratica em casa frente ao espelho. Usar respostas previamente preparadas funciona bem se o agressor não é demasiado assustador e queremos afastá-lo rapidamente. Este poderá decidir que és demasiado esperto para implicar contigo.
- Tenta evitar andar em locais isolados onde sabes que os agressores te poderão apanhar. Isso poderá implicar que terás que mudar o percurso para casa, evitar partes do recreio, ou utilizar locais onde existem outras pessoas, ou crianças. Não é justo que tenhas que actuar desta forma, mas poderá ser uma forma de afastar os agressores.
- Ás vezes pedir ao agressor para repetir o que acabou de dizer poderá afastá-lo para longe. Frequentemente o agressor não é suficientemente corajoso para repetir a ameaça no mesmo tom. Se ele repetir, terás conseguido que ele fizesse alg que não estava nos seu planos fazer, deixando-te algum controlo sobre a situação.
- Mantem um diário escrito de tudo o que se passa. Escreve todos os detalhes dos acidentes e os teus sentimentos. Se decidires contar a alguém, um registo escrito das agressões torna mais fácil provar o que se tem passado.
A Quem Podes Contar ?
Normalmente é díficil afastar o agressor com as tuas próprias intervenções ou com a ajuda de amigos. Assim sendo, deverás pensar seriamente em contar a um adulto, é provavelmente a única maneira de fazer parar o agressor. Se precisares de ajuda não fiques embaraçado em falar. Todos precisamos de ajuda algum dia e pedir ajuda para fazer parar uma agressão não significa que és fraco ou falhado. Falar sobre uma agressão não é "contar histórias" ou "piadas". Tens todo o direito de te sentires seguro de ataques ou violência e não deves ficar calado quando te magoam ou assutam. Muitas vezes, as pessoas não falam das agressões porque têm medo que o agressor descubra e a situação possa vir a piorar. É um medo natural mas as escolas podem fazer parar o agressor sem que este saiba quem contou o sucedido, especialmente se existirem várias vitimas, como é frequente. Mesmo que o agressor descubra, é melhor que os acontecimentos sejam revelados para que se possa encontrar uma solução.
O meu Filho não larga a Chucha!
A sucção é um acto instintivo na criança. Mesmo dentro da barriga da mãe, o bebé já "chucha" no dedo. Chuchar é um comportamento que oferece conforto e segurança à criança e assim deve ser encarado como fazendo parte do seu desenvolvimento emocional normal. A maioria das crianças abandona, espontaneamente, a chupeta por volta do primeiro ou segundo ano de vida. Aos 2-3 anos, a maioria dos pais acha que o filho, que corre e fala com certa fluência, é já "demasiado crescido" para continuar a usar a chupeta. No entanto, por vezes a criança revela-se ainda muito imatura do ponto de vista emocional, podendo continuar a chuchar durante mais tempo, sem que isso constitua um problema.Por outro lado, é importante termos presente que, a chupeta não pode substituir o carinho dos pais e, como tal, não deve ser dada sempre que a criança chora. Opte antes por segurá-la ao colo e dar-lhe atenção. A criança aprende assim outras formas de auto-controlo, sem ter que recorrer a um objecto externo. Outra grande preocupação dos pais é a dentição. Chuchar intermitente até à erupção da dentição definitiva, segundo os especialistas, não prejudicará os dentes do seu filho. A maioria dos autores entende que se deve desencorajar o uso da chupeta a partir dos 2 anos de idade, uma vez que faz parte do seu processo de maturação psicológica. No entanto, sabemos que o uso da chupeta será um hábito muito difícil de abandonar, pelo que é necessário apoiar a criança no momento de o fazer. Poderá assim servir-se de alguns truques para a ajudar:
- Não force, nem use métodos drásticos (como a colocação de substâncias amargas na chupeta);
- Evite censurar ou fazer comentários negativos, a auto-estima constrói-se com reforço positivo;
- Comece a restringir o seu uso: proponha-lhe colocar a chucha num determinado lugar e só a usar quando for muito necessário (quando estiver mais triste, doente ou assustada); Limitando a sua utilização, reduz também a sua dependência.
- Tente dirigir a atenção do seu filho para outras actividades, sublinhando que estas já são "coisas de gente crescida"; Recorra ao reforço positivo.
- Negoceie: troque a chucha por outro brinquedo que a criança deseje. Contudo, não faça desta atitude um hábito, porque a criança aperceber-se-á do poder da chucha e irá usá-lo para conseguir satisfazer as suas vontades;
- Marque uma data com a criança, por exemplo, o seu aniversário, para abandonar a chucha, mostrando que já é "mais crescida";
- Mostre-lhe que as pessoas que admira (o irmão mais velho, por exemplo) não usam chupeta;
- Felicite a criança pelos progressos adquiridos e recompense-a com uma dose de mimos e brincadeiras;
- Tente compreender em que situações a criança necessita mais da chucha para, nesses momentos, lhe dar mais atenção e carinho. Segure-a no colo e distraia-a;
- Se a sua criança utiliza a chucha para adormecer, perca algum tempo com ela nesta altura, lendo-lhe um livro, conversando ou contando-lhe uma história.
Para mais informações não hesite em contactar, ana.paulico@netvisao.pt
Psicoterapia e Desenvolvimento Pessoal
Áreas de Intervenção:
Psicoterapia individual da Criança, Adolescente e Adulto e Idoso, nas diversas problemáticas associadas.
Psicoterapia de Desenvolvimento Pessoal, na descoberta do Ser.
Avaliação Psicológica
Contactos Profissionais:
Telem: 919 017 280
email: anapaulico@gmail.com





